Jimmy

Amo a Internet <3

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Estou indo para Buenos Aires em Janeiro.

Bom, falar que vou conhecer apenas Buenos Aires é modo de dizer. Serão 15 dias fora do Brasil entre a capital argentina e as cidades de Santiago, Viña del Mar e Valparaíso, no Chile. Desses, ficarei 10 em Buenos, ou seja, a todos que me perguntam onde vou apenas digo que é pra lá.

Como vou viajar sozinho e gosto de saber o máximo do lugar antes de chegar, no último mês tenho lido tudo o que posso sobre a cidade. Dicas do que ver, de onde comer , onde não vão brasileiros e outras coisas úteis. Também falei com minha amiga argentina (a primeira amiga virtual que fiz, em 1998) que me deu informações preciosas.

Talvez a melhor delas tenha sido que hospedar-se no microcentro pode parecer a melhor opção, mas é meio roubada. Mesmo assim resolvi ficar os 3 primeiros dias em Buenos Aires (que antecedem a viagem pro Chile) na Calle Florida. Isso porque um grande amigo esteve lá no início do ano, ficou no Hostel Suites Florida e me indicou.

Querendo saber mais informações sobre o hostel, fui até o Youtube procurar vídeos sobre ele e achei, entre vários, o destes dois brasileiros que estiveram lá no ano passado:

Eu não sabia, mas a minha amiga porteña me informou que na Calle Florida os carros não transitam. Conversei sobre isso com o mesmo amigo que me indicou o hostel e perguntei se o táxi que o levou do aeroporto parou muito longe da entrada. Como eu também descobri só depois de fazer a reserva, a Florida é extremamente movimentada e andar muitos metros nela com uma mala não deve ser confortável ou até mesmo seguro (ou você andaria na Rua da Imperatriz sendo um turista estrangeiro com toda a sua bagagem?).

Fora este problema, ainda havia outro: como eu teria a certeza de indicar ao taxista onde parar sem que ele me enganasse? Sem conhecer nada fica muito difícil. O meu amigo que esteve lá me deu a dica: esquina da Florida com a Av. Corrientes. Porém ele disse que quando chegou na cidade, o taxista o deixou na Av. Córdoba, bem mais longe de onde ficava o albergue. Como ele não sabia de nada, deixou pra lá e caminhou mais arrastando uma mala pesadíssima.

Então decidi pesquisar a localidade melhor.

O Google Street view seria uma ótima ajuda, mas ele ainda não mapeou Buenos Aires. O jeito foi ver se no Google Images alguém tinha fotografado esta esquina. E achei esta foto da simpática Dieya.

Dieya é muçulmana, mora na Malásia e esteve em Buenos Aires no fim do ano passado. Depois de uma tarde de compras, postou esta foto em seu blog.

Até aí eu já tinha uma informação: há um Burguer King nessa esquina. Mas como saber se o hostel ficava do lado da loja ou do lado oposto, para o qual Dieya olha na foto? Porque a rua não acaba na esquina com a Corrientes.

O Google maps não tem números da Florida, já que ela é uma rua exclusiva de pedestres. Eu poderia mandar um e-mail para o hostel e perguntar, mas eu tinha certeza que conseguiria descobrir isso sozinho. Só não sabia como.

Depois de um tempo pensando em como resolver este problema, que me pouparia andar em vão com a minha bagagem no centro de Buenos Aires, lembrei do vídeo de Rafa e Marco no albergue falando do que havia nos arredores. Reassisti.

“Um pouquinho pra lá dá pra ver um McDonald’s, um quarteirão…nem isso. E do outro lado não dá pra ver mas tem um Burrrrguerrrr King”

OU SEJA.

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